A morte do Presidente Samora Moisés Machel continua a levantar perguntas que o tempo nunca conseguiu
A morte do Presidente Samora Moisés Machel continua a levantar perguntas que o tempo nunca conseguiu calar. Há fortes indícios e convicções de que Samora não caiu apenas por ação externa, mas sim por uma traição vinda de dentro do próprio partido.
Na altura, Samora Machel já tinha inimigos internos, sobretudo depois de ter descoberto esquemas de corrupção envolvendo figuras influentes. A sua postura firme, revolucionária e intransigente contra a corrupção começou a ameaçar interesses poderosos tanto internos quanto externos.
Quem já viajou de avião entre Maputo e Tete sabe que existem várias rotas aéreas possíveis:
Uma rota mais direta, passando por Chimoio
Outra mais longa, passando pela Beira, com opção de seguir via Vilankulos
No entanto, no fatídico voo presidencial, foi escolhida a pior rota possível:
a rota que passava perigosamente pelo espaço aéreo da África do Sul do apartheid, justamente num momento em que Moçambique vivia fortes tensões com generais do regime r.a.c.i.s.t.a sul-africano.
As pessoas responsáveis pela logística e segurança do avião sabiam perfeitamente dos riscos. Sabiam que havia conflitos diretos com o apartheid. Sabiam que Samora era um alvo. Mesmo assim, optaram conscientemente pela rota mais perigosa.
Isso levanta uma questão inevitável:
👉 Foi apenas negligência… ou sabotagem planeada?
🕊️ UM PRESIDENTE QUE INCOMODAVA
Samora Machel não era apenas um Presidente.
Era um líder que incomodava corruptos, enfrentava interesses internos e desafiava potências externas. E, muitas vezes, a história mostra que os maiores perigos não vêm do inimigo declarado, mas sim dos que caminham ao nosso lado.
A pergunta permanece viva até hoje:
Samora Machel foi vendido por membros do próprio partido aos generais do apartheid, depois do avião ter sido sabotado ainda no Aeroporto de Maputo?

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